A mini playlist grl pwrrrrr e colaborativa ♡


A verdade é que: sempre cantamos coisas sobre o ''poder feminino'' mas nunca prestamos a real atenção. Desde quando ouvi Like a Boy boy pela primeira vez a long time ago, na mesmo hora eu decidi que ela seria para sempre a ~minha música~ e toda vez que tô em casa e vou ouvir algo no youtube, ela é sempre a primeira. Olha só que coisa né, os assuntos que hoje em dia são super atuais as mulheres já cantavam a muito tempo. Beyonce, Ciara, Rihanna, Madonna e por ai vai... uma lista extensa.

Tô fazendo esse post por que vi essa playslist circulando no facebook e além de lembrar que o tempo passou bem rápido, hoje mais do que nunca essas músicas sempre fizeram sentido. O machismo sempre existiu, só demoramos pra perceber.


A playlist poderosa é COLABORATIVA!! então vem todo mundo! 🎆🎇
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Rede Feminista de Juristas abre inbox do Facebook para dar assistência gratuita a mulheres


Segundo publicação recente do Atlas da Violência, em 2016 foram registrados 4.645 assassinatos de mulheres, o que representa uma taxa de 4,5 homicídios para cada 100 mil brasileiras. Quando os dados são analisados a partir da variável raça/cor, a taxa de homicídio é maior entre as mulheres negras. Em relação a 2006, a cada 100 mil mulheres negras houve um aumento de 15,4% de assassinatos, enquanto que entre as não negras houve queda de 8% no período. Muitas dessas mortes derivam de outras violências, como violência psicológica, patrimonial, física ou sexual que poderiam ser evitadas.


Para impedir consequências tão extremas, diversas comunidades de apoio são formadas. Entre elas, a Rede Feminista de Juristas – mais conhecida como DeFEMde. Neste mês Rede completa dois anos é formada por diversas mulheres que atuam profissionalmente no campo do Direito ou em áreas que estão relacionadas ao sistema jurídico, como Psicologia e Assistência Social.

O objetivo da iniciativa é criar condições para a defesa e garantia dos direitos das mulheres, sobretudo com ações como o recebimento de relatos e solicitação de assistência jurídica pelo Facebook.  Para Thayná Yaredy – uma das Advogadas da DeFEMde – “é de suma importância fortalecer as redes de apoio para mulheres que sofrem algum tipo de violência, sejam elas físicas, psicológicas ou morais. Por isso, a DeFEMde mantém Advogadas que orientam gratuitamente pedidos de mulheres em todo país”.

Segundo a Advogada, a página da Rede Feminista de Juristas recebe cerca de 50 solicitações por mês. A meta é que esse número se expanda para que a DeFEMde consiga auxiliar cada vez mais mulheres que necessitem de suporte jurídico.
 
Página da DeFEMde: https://www.facebook.com/DeFEMde/

O texto me foi mandado em Junho, mas só agora consegui dar a devida atenção para ele. Obrigada Tais pela pauta, o blog agradece

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Tatuagens feministas para inspirar

Pinterest 
[Para quem não conhece, essa é a Tina Belcher do desenho Bob's Burguer se você ainda não assistiu está esperando o que?] A parte horrível de fazer tatuagem é sair do estúdio pensando qual vai ser a próxima. Já faz um tempo desde da minha última tatuagem e eu tô como? Louca pra fazer mais um monte. Ideias não faltam o que falta mesmo é o dinheiro. E para você, que está pensando em fazer uma tatuagem com o tema feminismo, tenho aqui, várias ideias. Desde a mais minimalista até a mais ''extravagantes'' 

 

Vamos aprender um pouquinho? VAMOOOOOOOOOOS

Quando era mais nova apesar de não falar com as pessoas sobre isso nunca me considerei branca, mas até então tinha dúvidas se eu era negra ou não até por que sempre foi chamada de "parda", "mulata", "morena", "exótica" e todos esses outros apelidos pra quem não é "nem lá, nem cá". 

Só que depois que comecei a aprender e entender algumas coisas vi que todos esses adjetivos que me davam estavam errados e eram racistas. Convenhamos né amigo, "pardo" é papel de envelope. Mas mesmo assim quando digo para pessoas que sim, sou negra comentários como "não, você não é negra" sempre tomam conta.

E assim como Caio, namorado de Jout Jout durante muito tempo carreguei essa dúvida comigo e graças a essas pessoas maravilhosas que vi no youtube, não tenho mais dúvida sobre nada. Quando me perguntam se negra, digo que sou negra sim e ponto final.

Veja também: 5 youtubers que você tem que conhecer - algumas estão aqui novamente.

Afro e Afins

Preta Pariu

DePretas


Já me senti igual ao Murilo. Obrigada pessoal pelos ensinamentos. 

Trinta e Três

Ribs
Eu de certa forma havia ''jurado'' que não falaria sobre isso aqui, até por que, não tenho palavras o suficiente para expressar o que estou sentindo. Mas mesmo que este texto fique curto, dizer algo, é importante. Como vocês já devem saber uma menina de dezesseis/dezessete anos foi violentada por trinta e três homens, isso mesmo meus caros leitores, trinta e três. Não foram três, nem treze. foram trinta e três

O que mais desaponta mas infelizmente não é surpresa nenhuma é ver os comentários dos homens em relação a esse caso de extrema barbaridade. Chega a dar nojo, raiva. Um misto de sentimentos que não tem como expressar. Todas as matérias sobre o caso, os comentários culpam a vítima pelo ocorrido, até por que se ela estivesse em casa, nada disso teria acontecido, não é mesmo?! ou então, se não tivesse bebido nada disso teria acontecido, né?! af...

Mana, a culpa não é sua!

De uns dia para cá compartilhei sobre isso no twitter e vi no facebook também publicações que diziam mais ou menos assim "poderia ser a sua filha - a que ponto chegamos que para uma mulher receber o mínimo de respeito ela precisa ter parentesco próximo ao homem" [aqui] só que vamos inverter os papéis um pouco? VAMOS! "poderia ser o seu pai, seu irmão, seu filho" - já pensou que eles poderiam ser os estupradores?! Claro que não.


Eu poderia dizer que sei o que ela está sentindo mas não sei. Na verdade me faltam palavras para dizer algo ou tentar confortar, também não espero que ela seja forte, até porque visto o que aconteceu é impossível ser forte e fingir que está tudo ok, por que não está! Mas quero dizer novamente que a culpa jamais vai ser dela

Provavelmente ela terá medo de sair na rua ou até mesmo de sair do quarto ou até mesmo de falar sobre o que aconteceu. Assim como também não vai querer ter contato com homens durante um bom tempo e você tem o total direito de ser assim, de se resguardar de querer o ''silêncio'' - mas saiba que nós mulheres estaremos ao seu lado pois o que te aconteceu não foi fácil e daqui pra frente você terá uma batalha pela frente tentando ''deixar de lado'' o que ocorreu. Eu do fundo do meu coração, espero que fique bem.


Eu quero que vocês entendam uma coisa: NÃO importa a roupa que nós vestimos, NÃO importa a música que nós ouvimos, NÃO importa se bebemos, NADA importa. NADA dá o direito de um homem violentar alguém. NADA, NADA, NADA

Alguns links para leitura.
Caso tenham mais textos, deixem nos comentários.
  1. 12 noticias que mostram que não adianta tentar justificar um estupro
  2. TRINTA HOMENS
  3. O que fazer quando ver um video de estupro
  4. Como o caso da menina do Rio fez a internet de cultura do estupro
  5. Ande na linha ou aguente as consequências 


Ah! Só mais uma coisa: Mc Livinho, estamos de olho! Clique aqui e veja o clipe aqui

5 youtubers negras que você tem que conhecer

Pinterest 
Já disse [e escrevi] algumas vezes que não tenho muita paciência para assistir videos no youtube mas as vezes gosto de me arriscar e tento assistir até o fim [coisa que também é quase impossível. Só que de uns dias para cá tenho tirado paciência e consegui ver quase até o fim alguns videos e por isso vou mostrar a vocês 5 youtubers negras que conseguiram me prender. Até por que empoderamento é fortalecer as manas.

Não deixem de conferir todos os outros videos dos canais dessas belezuras. 

DePretas

Afro e Afins

Preta Pariu

Preta Araújo 

Luci Gonçalves


Sim, eu sei que estão faltando várias youtubers que preciso conhecer então me indiquem mais pra eu fazer uma parte 2! Manda lá no email leticiafezumblog@gmail.com ou pelos comentários mesmo que vou adorar receber.

Volta as aulas 2016 com representatividade


Quando estudava a parte mais legal de voltar para a escola era ir escolher o material escolar, sempre fui viciada em artigos de papelaria, então entrar em uma é ficar em dúvida sobre o que escolher. Meu primeiro emprego foi em uma papelaria e o mês de Janeiro logicamente é o mais movimentado. Listas e mais listas, mães e crianças querendo personagens específicos etc.

Antigamente não sabia nada sobre representatividade, feminismo e a importância de personagens negros e então não dei tanta bola pra isso, mas quando trabalhava lá, uma moça na negra foi até a papelaria para perguntar se nós tínhamos alguma mochila com uma personagem negra para a sua filha e por sorte achamos uma que era de uma personagem pouco conhecida, mas que fez a mãe sair de lá super feliz e com um sorriso no rosto.

Claro que ainda falta muito, mas já é um começo! Por isso que a campanha que estava rolando por ai #NãoVejoNãoCompro é mais que válida.

Ps: Em 2010 mais ou menos o caderno da Tilibra das Menininhas a personagem negra tinha cabelos crespos.
Ps2: Caso achem mais cadernos, mandem fotos pelos comentários.

Eu preciso do feminismo por que...

...fui abusada e não sabia.
Ter o primeiro namorado é sempre uma emoção não é mesmo? É tudo um mar de rosas, tudo muito bonito. Na real, não tenho muito do que reclamar dessa minha primeira experiência tendo um namorado. Durante o tempo que namoramos nos demos bem, estávamos sempre juntos, não saiamos muito até por que quase nunca tínhamos dinheiro pra isso.

Ele tinha [-tinha- porque não sei mais nada sobre ele] um amigo rico e bem otário, quando os dois ficavam juntos a personalidade da pessoa mudava completamente, era claro que a pessoa* queria ser igual a ele e então fazia as mesmas idiotices achando que estava tudo legal, mas migas, não estava não.

Um belo dia a pessoa disse "Vamos ali na pracinha encontrar o fulano" como não tinha nada melhor pra fazer, disse ''vamos'' - Chegando lá, eles beberam, riram, conversaram bastante coisas inúteis e bem fúteis. O outro casal que estava conosco foi embora então ficamos só nós, ali, naquela praça. Eis que então o amigo tira do bolso um pino de cocaína e oferece para a pessoa e o que a pessoa faz? LOGICAMENTE, ELE ACEITA. 

Como eu vi tudo comecei a chorar desesperada, pena que minhas lágrimas de nada valeram.

Fomos embora. Para fazer graça e no auge da loucura, começou a andar a 180 por hora. Eu chorei e gritei novamente. Ele parou o carro. E eu, só queria ir embora.

Chegando na casa dele, fomos para o quarto ele tentou me acalmar mais porra, já era tarde demais, Fomos deitar ele começou a me encher o saco e somente dizia NÃO, que estava cansada e que não queria nada... ele simplesmente me ignorou e disse que por causa da cocaína que havia cheirado só iria passar se fizesse.

E assim o vez.

Nenhum reação foi esboçada, apenas as lágrimas corriam e a dor era sentida. Todas ás vezes que pedi pra parar e tentei sair foram em vão.

Logo eu, quem diria.

Somente depois que tive contato com outras pessoas descobri o que tinha acontecido comigo e que nada daquilo é culpa minha, hoje é mais fácil de lidar com isso. Mas as vezes a tristeza e a raiva sempre acabam batendo na porta.

✖   

Algumas considerações: 
✖ O texto foi enviado por uma leitora, e ela me deixou compartilhar;
A "Pessoa" no texto, é o ex;
Na foto, sou eu sim;
O relato é triste sim e a leitora foi muito corajosa em me escrever e me deixar compartilhar.

Vamos juntas?

Só nós mulheres sabemos o quanto é horrível se sentir insegura e com medo ao caminhar por algum lugar escuro, se bem que hoje em dia até na luz do sol sentimos esse tal medo. Eu por exemplo já deixei de fazer coisas com medo de sair sozinha e algo me acontecer. Quando saio sozinha e não tem ninguém ao meu redor sempre fico atenta para ver se não tem ninguém e quando escuto som de passos já logo olho para trás para ver se não é um homem que está me seguindo. Se sentir desprotegida é a pior sensação do mundo.

O movimento Vamos juntas? está ai pra lembrar que não precisamos andar sozinha - Criada pela jornalista Babi, o Vamos Juntas? já passou a marca de 40 mil curtidas desde a sua criação. A página trás relatos e ajuda a incentivar as mulheres que elas não estão só e que não precisam caminhar sozinha na rua ou em qualquer outro lugar, porque além de não correr grandes riscos você também irá se sentir bem mais segura.
"Mesmo que você não chegue de fato até essa mulher e convide-a a fazer o percurso juntas, o fato de você saber que aquela mulher também passa pela mesma experiência que você já transmite uma certa segurança."
 
Vale lembrar também que lá 2013 a campanha Chega de Fiu Fiu, do blog Think Olga foi criada para combater o assédio sexual em espaços públicos e um tempo depois o Mapa Chega de Fiu Fiu foi criado para que os assédios fossem denunciados. Acho que essa campanha se encaixa super com esse movimento.

Então vamos juntas, porque juntas somos mais fortes!

Afropunk, afropunk, afropunk!

O movimento afropunk tornou-se um movimento que comemora a criatividade e a liberdade da cultura negra alternativa. Matthew Morgan juntamente com o cineasta James Spooner foram responsáveis pela criação dessa subcultura de punks negros na América, a sua intenção era espalhar mensagens muito mais positivas de liberdade, tudo isso lá em 2002. Três anos depois, em 2005 o primeiro festival anual Afropunk na "Brooklyn Academy of Music" reuniu fãs de black music e arte.
"O festival é construído em torno da noção:"Vamos todos ficar livres pelo menos um final de semana de cada ano*", disse Mogan
Segundo o Sr. Wikipédia o afropunk tornou-se um movimento comparável aos submovimentos do punk como o movimento da comunidade gay conhecido como Queencore que é um movimento ligado ao punk rock e ao harcore rock com a militância lgbt, e o das mulheres conhecido como Riot Grrrl, movimento hardcore punk e rock feminista.
Muitas cores, acessórios, cabelos black power compõe os looks dos frequentadores do festival aonde a unica ''regra'' é ser livre - porque atitude eles tem de sobra!

Mulher no graffiti, sim! Com vocês, Criola

Tainá Lima, mais conhecida como Criola é de Belo Horizonte e dona de um talento incrível - seus graffites espalhados pelos muros de BH são cheios de cores, formas e simetria perfeita retratam a identidade da mulher negra e suas raízes africanas - Sem contar na representatividade maravilhosa que isso nos proporciona. Impossível não olhar um graffiti dela e não ficar hipnotizado.
Eu considero um grito colorido, uma forma de dizer que nós negras existimos e somos bonitas, sim. Busco trazer um pouco mais de representatividade para esse população estigmatizada e que, por isso, tem a autoestima muitas vezes abalada" [www]
Fachada Nike - Oscar Freire, SP - Divulgação
Recentemente, Criola foi convidada pela Nike para fazer um mural com a sua arte representando a mulher contemporânea brasileira e o resultado é esse que vocês veem ai na foto, simplesmente incrível.
Fachada Nike - Oscar Freire, SP - Divulgação
Para acompanhar o trabalho colorido e empoderado da Criola é só curtir a página no facebook.

Ensinem nossas crianças a amarem seus cabelos

Pinterest
Quando eu era criança todos os parentes ao meu redor amavam o meus cabelos longos, cacheados e bem volumosos, mas eu não gostava e arrisco a me dizer que toda cacheada passou por aquela fase de passar muuuuuito creme no cabelo só pra ele não armar ou então vivia molhado pelo mesmo motivo e hoje quando lembro dessas coisas começo a dar risada. Mas hoje, quando vejo minhas primas com vergonha dos cabelos fico preocupada e me sinto na obrigação de ensina-las que os cabelos cacheados e volumosos que elas tem são simplesmente lindos!

Recentemente fiz uma postagem falando da felicidade da Jéssica e a minha ao ver os seus cabelos lindos e bem hidratados e por mais que ela ainda não entenda muito bem o que é isso, ela está passando pela transição [que para quem não saber é o momento em a pessoa deixa de passar qualquer tipo de química nos cabelos para deixa-los completamente naturais].

Por ser uma das primas mais velhas e mais presentes na vida das meninas não sabia o quanto as influenciava [mesmo sem querer] quando escondia a beleza dos meus cachos com a escova e a chapinha. 

Quantas vezes já ouvi das meninas que o cabelo elas eram feios e que eram ruins simplesmente pelo fato de serem cacheados, quantas vezes já ouvi que só por ela ser branca ele tinha que nascer com o cabelo liso e não crespo. Confesso também que nessa mesma época destilava vários discursos de ódio contra os cabelos cacheados/crespos, mas atire a primeira pedra quem nunca fez isso.

Depois que assumi o meu cabelo natural comecei a sentir uma certa diferença em suas atitudes e por mais que elas sejam novas grande parte das coisas ela já entendem e mesmo que não saiba muito tento explicar o que aprendo diariamente e o que vivencio sempre. É importante desde cedo empoderar as nossas crianças, por que além de ser mais ''fácil'' elas podem passar o que lhes foi ensinado para outras amiguinhas que passam por isso também.
Pinterest
Queria abrir esse parágrafo para dizer que se você é mãe ou algum parente que gosta de fazer qualquer tipo de "piada" racista sobre cabelos crespos/cacheados por favor parem agora com essa palhaçada por que isso não tem graça e só deixa as crianças confusas ou até mesmo podem fazer elas odiarem o cabelo que tem. Vocês como adultos e formadores de opinião tem o dever de mostrar que os cachos são belos!

E para finalizar, vou deixar um trecho de um texto [que junto com o tradutor, traduzi livremente.] que achei em que uma mãe faz uma análise sobre um produto para relaxar o cabelos das crianças [http://www.naturalhairkids.com/]. O link do texto todo e original em inglês vou deixar no fim dessa postagem.

Quando uma criança está passando pela transição ela deve aprender lentamente a abraçar as suas novas raízes encaracolados para que o seu cabelo não seja um ''completo'' estranho para ela e quando as extremidades lisas desaparecerem completamente não há nenhuma nenhuma necessidade para uma criança esconder as suas novas raízes, a única coisa que deve ser feita é cortar o que está liso! Mas para eliminar o incomodo que vem com o gerenciamento de duas texturas, a mãe pode fazer penteados trançados ou fazer a boa e velha texturização.  [Leia a análise completa aqui]

E hoje, não só a Jéssica mas a Ana Luiza também está passando pela transição.

@letticiaabreu

/lelefezumblog, já deu like?